Sobre ser mãe

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Eu não sabia que era tão difícil. Filho não vem com manual, mas tem muita pesquisa na Psicologia ajudando terapeutas, educadores e outros professores a apoiarem pais no processo difícil de criar filhos.

Sendo mãe, desde a gravidez, tudo na vida da gente muda. Nosso corpo, vou dizer é o de menos! Mudamos nossa rotina, nossas escolhas, nossa identidade.

Nosso corpo se transforma.

Por dentro, nosso corpo ele estica, desequilibra, se adapta para caber um serzinho que a gente ama apesar de conhecer só por fotografia.

Por fora é cabelo que fica lindo, volumoso, depois cai. A pele que fica radiante e depois sobram olheiras. Temos fome que nos engordam e leite que damos e nos emagrece. O peito que fica lindo, empinado, cheio de leite e depois que o bebê mama, ele cai! A roupa que cabia e não cabe mais! Manchas de comida e outras “cossitas mas” na roupa limpa que a gente acabou de trocar! MAS, SEMPRE TEM UM MAS… Tem abraço apertado, olhar vidrado e sorriso banguela que completa o look “sou mãe”.

A rotina muda desde a gravidez: o tempo passa devagar e rápido ao mesmo tempo. Durante os meses de enjoo no começo da gravidez a gente sente que isso não vai passar. A barriga parece que não cresce. O sono vem e deixa a gente mole, ás vezes esquecida, chorosa, briguenta… O peso das nossas obrigações vai ficando pesado, do tamanho da barriga. Há, claro, as gentilezas: nas filas, transportes, gente que antes nem olhava passa a olhar para aquele corpo reluzente de mãe. É tanta atenção, tanto carinho!

Nossas escolhas vão mudando também. Antes era lanchinho, cerveja, pão, doce, ketchup, pimenta. Agora tem que comer pra dois. Não em quantidade, mas em qualidade. Nutrir o bebê com alimentos bons e bons sentimentos. Nossas relações mudam. Do marido/parceiro(a)/companheiro(a) até a nossa mãe. Imaginamos o que passam, mudamos de humor e nos sentimos carentes, mudamos de humor e nos sentimos tristes, mudamos de humor e nos sentimos a leoa que nos tornaremos mais pra frente. Acompanhar essa gravidez não é fácil pra ninguém! E as dores, a azia, o sono e a falta dele? E a barriga cresce, e vamos mais ao banheiro, choramos, mudamos de humor. Aquela ida na balada já não aguentamos como antes, aquela subida de escada já parece demais. Pequenas coisas mudam nossa rotina. Pra sempre?

O que mais mudou pra mim foi a identidade. De alguém com nome passei a ser a mãe do mocinho com nome. Antes eu era eu. Hoje sou também eu, mas sou outras coisas mais: sou mais corajosa, sou aquela que deixa de comer a comida quentinha, sou a que dorme quando dá, sou a que trabalha quando dá, a que se procura a todo tempo nas próprias coisas e se acha num olhar do meu bebê que mama. Silenciosamente. Shiii… Dormiu!

E essa é a hora em que a gente pode tomar banho, pode lavar louça, pode dormir, ir no banheiro, namorar, trabalhar.

Aprender e estudar não são a mesma coisa

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Num mundo em constante transformação tecnológica, a habilidade de aprender é algo tão importante que torna-se decisivo inclusive na sobrevivência no mundo adulto. Mas existem alguns mitos envolvendo o aprendizado que precisam ser desfeitos. Resumindo: Aprender é muito mais que estudar.

Quando seu filho está em idade escolar, ele não só está inserido num contexto de aprendizagem de conteúdos formais sobre a cultura em que estamos e estudar é uma parte na aquisição do conhecimento passado, como também é um contexto onde ele pode ampliar seu raio de habilidades de memorização, reflexão e crítica sobre o assunto, argumentação sobre seus pontos de vista e comunicação da sua forma de raciocinar.

Sentar, ler com seu filho, discutir o assunto, selecionar aspectos mais e menos importantes sobre o tema, ampliar fontes de busca de conhecimento, validar e verificar versões sobre o conteúdo, elaborar resumos, perguntas e respostas sobre o tema são parte da técnica de estudo envolvida no processo de aprender.

Fazer tudo isso com seus filhos é difícil. É mesmo! Ainda mais se não estamos acostumados a fazer isso. A falta de tempo e o cansaço em relação às outras atribuições da vida de adulto, o desinteresse pelo conteúdo e pelo ato de estudar em si é a desorganização sobre o de começar a ajudar o filho a estudar são dificuldades encontradas por muitos pais.

Em vez de focar nessas dificuldades, quero aqui ressaltar aspectos positivos e poderosos sobre a atitude de ensinar seu filho a aprender ao invés de estudar .

  • É um momento em que você passa com seu filho ( livrando-se da culpa depois pelo tempo que passou quando ele era pequeno e você perdeu)
  • É uma oportunidade de reciclar e ampliar seus conhecimentos sobre o mundo, sobre seu filho e sobre você mesmo (afinal faz tanto tempo que você saiu da escola, não é? E a informação que vocês virem juntos pode te ajudar a entender melhor seu mundo adulto também)
  • É um momento em que você pode ensinar seu filho a ter crítica e a pensar, experimentar e observar o mundo, complementando com comentários sobre seu tempo de escola, suas experiências com o conteúdo. Isso vai ajudá-lo a integrar os conhecimentos passados pela escola com o mundo experiencial e isso é hoje o que o mercado exige do trabalhador.
  • Esse tempo que você “perde” estudando com ele você não precisa repetir depois que seu filho vai crescendo, ficam guardados na memória dos dois.
  • Essa atitude o prepara para se adaptar ao mundo, dando a ele a confiança de que ele é capaz de adaptar-se e desenvolver conhecimentos sobre o mundo que o rodeia.

Pensa nisso!

Mais sobre o assunto:

MOREIRA, Marco Antonio. Aprendizagem significativa subversiva. Série-Estudos – Periódico do Programa de Pós-Graduação em Educação da UCDB, [S.l.], jun. 2013. ISSN 2318-1982. Disponível em: <http://www.gpec.ucdb.br/serie-estudos/index.php/serie-estudos/article/view/289>. Acesso em: 12 maio 2019. doi:http://dx.doi.org/10.20435/serie-estudos.v0i21.289.

VIEIRA, Fabiana Andrade da Costa. Ensino por investigação e aprendizagem significativa crítica: análise fenomenológica do potencial de uma proposta de ensino. 2012. 144 f. Tese (doutorado) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências, 2012. Disponível em: <http://hdl.handle.net/11449/102039>.

CIA, Fabiana; Pereira, CAMILA Sousa; Del Prette, Zilda Aparecida; Del Prette, Almir. Habilidades sociais parentais e o relacionamento entre pais e filhos. Psicologia em Estudo, Maringá, v.11, n. 1, p. 73-81, Jan./abr. 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/%0D/pe/v11n1/v11n1a09.pdf

Trabalho e sofrimento psíquico em um mundo em transformação

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Quem aqui nunca se sentiu pesado com o trabalho levanta a mão.

Imagino que nem dedos se levantaram. Acho que das pessoas acima de 30 anos que conheço, sem pensar muito, todas já falaram mal do trabalho e como o trabalho adoecia a pessoa.

O trabalho hoje parece um campo de confusões em que se mistura a vida pessoal, relacionamentos, habilidades técnicas e pressões de um mundo em transformação.

Pesquisas vem trazendo cada vez mais tendências de aumento do sofrimento psíquico e de diagnósticos de transtornos mentais no contexto do trabalho.

E isso é motivo de sair por aí e decretar fim do trabalho?

Não! Trabalhar não é só estressante, é movimento de vida! Precisamos nos lembrar disso! Falo isso porque quase todas as pessoas que conheço que falaram mal do trabalho amam seu trabalho e não largariam ele para não trabalhar… tirariam férias, talvez, trocariam de atividade, gostariam de ganhar mais, ter mais tempo pra fazer outras coisas, mas se ficassem sem trabalhar, enlouqueceria!

Então, como que faz? Como que concilia vida pessoal, do trabalho, ganho de dinheiro, produtividade, prazer…

Com paciência, programação e criatividade! Uma dose de coragem de seguir tentando e se equilibrando num barquinho em mar revolto. Essa é a imagem que eu faço quando penso na possibilidade de encontrar equilíbrio na vida. Principalmente de trabalho. Não é apartado do mundo que se vive, mas nele.

Assim o sofrimento psíquico relacionado ao trabalho, se por um lado depende de questões externas a pessoa, por outro pode ser contornado por melhoras internas… com paciência, programação e criatividade!

Se procurar pela internet, encontraremos diversas formas de mudar de vida. Nenhuma se faz com mágica. Da mudança de emprego ao empreendedorismo, há varias formas de lidar de maneira eficaz com o trabalho que produz sofrimento psíquico.

Todas elas passam por atitudes em relação a ele, mudança de crenças, associação e compartilhamento com pessoas que pensam parecido e muita ação.

Da pra fazer isso sem sofrer? Não, mas da pra fazer isso tudo e ser resiliente ao sofrimento.

O que é resiliência? É assunto pra outro artigo.

Comunicação emocional e o mundo multitela

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Você já se pegou recebendo uma mensagem que te emociona ou fala uma grande verdade, óbvia até, pelo aplicativo de mensagens?🤓 Alguma pessoa que estava do seu lado, já te mandou um emoji só pra você prestar atenção que ela estava ao seu lado e você nem tinha percebido?🥺 Já mandou uma mensagem dessa pra alguém?😕
Respiramos por aparelhos, vivemos entre telas, já percebeu isso?😳 Há quem observe falta de educação teclar a mesa 🤭, outros só se reconhecem ou reconhecem o outro por meio dos likes em redes sociais👹. Outros sempre usam referências de séries, novelas, filmes para se expressar… há quem só tenha dois neurônios: uma para lembrar de anotar no celular e outro para ler o que escreveu.✍️ Sem memória, sem crítica, o celular (tablet, notebook, icoisas) se torna senhor das nossas tarefas, saúde, e nossos relacionamentos interpessoais. Enfim, se for pensar muito da até crise de riso😹 e choro😿 ao mesmo tempo! Existem até novos diagnósticos ligados ao uso excessivo das telas.
Às vezes me pego olhando absorta em uma tela🤖. Fiquei pensando nesse meu hábito. O que eu diria pra mim se me filmassem ou tirassem foto desse momento? Que cara boba! Parece hipnotizada!
Leio muitos artigos sobre a criação de crianças e as mídias digitais como problema em termos de uso em excesso e como ferramenta de aprendizagem do mundo. Quero hoje falar sobre a nossa capacidade de comunicação emocional em um mundo de “multitela”.
Acho que antes dessa revolução das telas, as musicas eram modos com os quais a minha geração se comunicava emocionalmente: das serestas e serenatas do tempo dos meus avós e bisavos aos clipes de Michael Jackson e linkin park, Lady Gaga…🎧 enfim, parecia que as músicas falavam por mim e para mim. Elas ainda falam, mas observo que os memes e emojis são muito mais usados pelos frequentadores de redes sociais e recebo menos poesias que imagens e montagens como forma de exposição de experiências emocionais.
Parece que a música e o ouvir deram lugar aos desenhos, carinhas, fotos, gifs, vídeos: os filmes e series se tornaram referência, cenas viram memes e reproduzem aquilo que sentimos e.x.a.t.a.m.e.n.t.e.
Já prestou atenção no modo como você pensa seus pensamentos? Ícones e memes aparecem na sua tela mental como formas de expressão de pensamentos? Como você expressa que está triste, por meio de smileyfaces? E frustrado, esquecido, aliviado? Vc se reconhece nos emojis? Já postou um emoji e se olhou no espelho? Já mandou emojis e foi compreendido ou mal compreendido?
Precisamos lembrar que eles foram criados porque as palavras não tinham a entonação daquilo que gostaríamos de dizer no mundão digital. Hoje é o contrario que acontece. Nos faltam expressões verbais, emocionais, faciais, silêncios e barulhos para nos expressar com clareza, ou melhor não nos falta nada disso. Nos falta um dicionário do outro que nos permita compreender e ser compreendido. E por mais que tentemos, é possível que tenhamos dificuldades em nos expressar quando sentimos o peso das emoções mais elaboradas. Choramos. Rimos. Gritamos, mas esses são recursos usados por bebês de meses para se expressarem. Com o passar do tempo, em que melhoramos?
Responda com sinceridade: Somos capazes de não sermos binários (ou seja, de pensar que nem tudo é sim ou não, azul ou rosa)? Somos capazes de mudar de ideia (de escutar uma nova ideia)? Somos capazes dar sentido ao que sentimos ao invés de reproduzir compreensões? Somos capazes de reconhecer emoções em nos mesmos e nas pessoas com quem convivemos (não vale interpretar segundo nossa própria lógica, mas na lógica do outro). Somos capazes de nos expressar e guardar memórias de momentos emocionantes sem usar a câmera do celular? Sem olhar se daria uma boa foto? Somos capazes de nos reconhecer nas nossas expressões faciais? Se tirarem uma foto sua neste, que expressão facial você teria? O que ela expressaria em termos de pensamentos e emoções?
De que maneira você reconhece a nuance de suas emoções? Onde você coloca as emoções não nomeadas? De que jeito as expressa? Porque também temos emoções que não sabemos que sentimos ou nomeamos. Onde as colocamos? Que emoji escolheríamos para expressar elas?

Por que não procuramos psicologos?

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woman holding gray ceramic mug
Foto por bruce mars em Pexels.com

Para escrever esse artigo sobre o porque não procuramos psicólogos quando precisamos de um vou sair momentaneamente do papel de psicóloga e entrar no papel (que também vivo) de paciente/cliente de um psicólogo (a). Sim, também nós psicólogos vivemos esse papel, pois também somos pessoas e também nós encontramos muitas vezes dificuldades em cuidar dos nossos sentimentos e comportamentos.
Nem sempre sentimos que estamos sofrendo tanto assim
Isso pode acontecer mesmo quando vários de nossos amigos e parentes percebem que poderia ser de grande ajuda ter um profissional que nos ajude e acompanhe a cuidar de nós mesmos. Mas mesmo que seu sofrimento pareça menor que o de outras pessoas que você conhece, ou sua história de vida não tenha sido tão dramática, não podemos subestimar nossos sofrimentos. Às vezes precisamos de ajuda para tomar decisões, às vezes precisamos de um ouvido que mais que nos escute, nos ajude a nos escutar. Talvez seus amigos estejam dando a melhor ajuda que podem oferecer quando sugerem que procure um profissional.

Psicólogo não é para mim
Ás vezes, achamos que Psicólogos cuidam de loucos ou de não tão loucos, seja porque achamos que não estamos precisando tanto assim como também que precisamos de algo “mais forte”! Essa imagem da Psicologia e dos Psicólogos é um mito. Eu mesma, antes de fazer o curso de Psicologia tinha pouca informação sobre o que um Psicólogo clínico fazia. Ele só conversa? Ele vai me julgar? Ele é facilmente substituível por amigos, que têm a vantagem de ser “grátis”? Ele não vai te entender porque só você sabe o que passou? Outras atividades podem substituir a psicoterapia?
Essas imagens correntes em conversas cotidianas nem sempre retratam com fidedignidade o trabalho de um Psicólogo Clínico. A função de um Psicólogo é ajudá-lo, acompanhá-lo, orientá-lo em seu desenvolvimento psicológico, na promoção de melhora na sua saúde psíquica, no tratamento de transtornos psicológicos e psiquiátricos. Para isso, ele estudou sobre várias áreas da Psicologia, provavelmente fez pós-graduações, investiu em psicoterapia pessoal, trabalha com base na Psicologia como Ciência e obedece e segue um código de ética regulamentado para poder atende-lo.
Outras atividades podem ser também terapêuticas, mas a finalidade da psicoterapia é procurar não só o alívio do sofrimento, mas também recursos para que você cuide de si mesmo e lide melhor com seu cotidiano.
Ou seja, um Psicólogo Clínico é um profissional que se ocupa do estudo da saúde emocional, seja porque você está em sofrimento psíquico que tem por base um transtorno, um momento difícil, um período de reorganização da vida ou uma vontade grande de melhorar algum aspecto da sua vida, SIM, UM PSICÓLOGO É PARA VOCÊ SIM!
Mas eu tomo medicação

Uma questão que interfere na procura por ajuda é a crença que o tratamento psicoterápico pode ser substituído pela medicação psiquiátrica. Estudos vêm mostrando que o uso da medicação para problemas psíquicos têm melhores resultados quando associados à psicoterapia e ao apoio psicossocial. Essas medicações, como toda medicação precisa de acompanhamento, e atuam em aspectos biológicos do funcionamento psicológico. Um psicólogo não pode prescrever medicações, mas trabalha em conjunto com psiquiatras e outros médicos para associar tratamentos e intervenções.
Ou seja, de maneira complementar, o acompanhamento com Psicólogos podem ajuda-lo na aquisição de novas ferramentas para cuidar de si mesmo, na reflexão sobre aspectos disfuncionais da sua vida na mudança de hábitos e padrões de comportamento. Um psicólogo não é capaz de curá-lo, mas ajudá-lo no processo de recuperação e melhora do sofrimento.

Psicoterapia é muito caro
O preço de uma sessão de psicoterapia pode inicialmente assustar, ainda mais quando é recomendado uma sessão semanal, ou até mais sessões. No entanto, gostaria de perguntar para você: Quanto você gasta com você mesmo quando está sofrendo? Quantas vezes você compra coisas por impulso só para sentir-se melhor? Qual o custo do seu sofrimento e que relação você consegue fazer com a sua vida financeira?
Há psicólogos que cobram preços que talvez não caibam no seu orçamento, mas nem todos são assim! Entre os psicólogos que conheço, negociam valores e é possível que você encontre alternativas para ter acesso ao acompanhamento de psicólogos, como clínicas sociais, clínicas-escola, instituições públicas…
O acompanhamento com o psicólogo não é necessariamente pela vida toda. Às vezes esse acompanhamento pode ser breve, às vezes pode demorar alguns anos, você quem escolhe. Alem disso, ele não deve ser pensado como um gasto, mas como um investimento, que pode fazer parte do seu planejamento financeiro.

O importante é cuidar da sua saúde psíquica e um psicólogo pode ser uma das possibilidades de ajuda que você pode encontrar e lançar mão para cuidar melhor de si mesmo!